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03.Abr - O Papa aos membros do Charis: ser testemunhas e artesãos da paz
Em sua mensagem aos participantes da peregrinação jubilar do Charis (Serviço Internacional para Renovação Carismática Católica), Francisco destaca a importância da paz do Espírito como condição essencial para superar os 'conflitos nas famílias, na sociedade e nas relações entre as nações'. Ele convida a ter 'gosto pela colaboração, especialmente com as comunidades paroquiais'.

A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou, ontem quinta-feira (03/04), a mensagem do Papa Francisco aos participantes da peregrinação jubilar do Charis, Serviço Internacional para Renovação Carismática Católica. O Charis é um corpo de serviço internacional que atende todas as expressões da corrente de graça que a Renovação Carismática representa, sendo oferecido a todas as realidades existentes.


 


Francisco inicia sua mensagem, saudando os convidados pelo Serviço Internacional para a Renovação Carismática Católica que celebram o seu Jubileu “no coração da Igreja”, "elevando ao Senhor uma intensa oração de intercessão pelo Povo de Deus e pelo mundo inteiro".


 


O Espírito Santo cria comunhão


"Ao fazer isso, segundo o movimento próprio do coração no corpo humano, vocês pretendem não só “concentrar-se” na Igreja, mas ao mesmo tempo abrirem-se aos seus horizontes universais, assumindo as intenções do Papa, especialmente as de paz e reconciliação", escreve Francisco, acrescentando:


 


“O Espírito Santo, dom do Senhor Ressuscitado, cria comunhão, harmonia, fraternidade. Esta é a Igreja: uma nova humanidade reconciliada.”


 


"Queridos amigos, essa experiência não é apenas para vocês, é para todos", ressalta o Papa, convidando os membros do Serviço Internacional para Renovação Carismática Católica a levarem essa experiência ao "mundo como fonte de esperança e paz".


 


Paz ao coração humano


“O Espírito pode dar a verdadeira paz ao coração humano, e essa é a condição para a superação dos conflitos nas famílias, na sociedade e nas relações entre as nações.”


 


O Santo Padre os exorta "a serem testemunhas e artesãos da paz e da unidade; a sempre buscarem a comunhão", começando pelos "seus grupos e comunidades". "Que o apego aos líderes nunca se torne motivo de conflito. Tenham gosto pela colaboração, especialmente com as comunidades paroquiais, e o Senhor os abençoará com muitos frutos", conclui o Papa.


 


 


 


Fonte: Vatican News.


Fotíografo: Reprodução de foto de ANSA em site Vatican News.


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